Durante o dia de ontem 12 de junho, diversas instituições que representam o Território do Baixo São Francisco fizeram um balanço dos principais problemas e quais as ações alcançadas pelo Território nos últimos 05 anos, desde sua gestação.
O Assessor Petrônio ressaltou que um dos principais problemas é a falta de compreensão dos nossos gestores, por não entender a força dessa política que incorpora, onde todos podem comer no mesmo prato.
Alberto Guimarães falou que não temos muito a comemorar, pois nossos investimentos, nenhum ate o momento foi aplicado, enquanto isso a as emendas parlamentares reinam, questionou o Secretario de Agricultura de São Francisco.
Euler Soares disse acreditar que essa avaliação deve ser feita pelo Assessor que acompanha tudo passo a passo, disse o conselheiro de Desenvolvimento Sustentavel de Propriá.
Petrônio apresentou as dificuldades iniciando a financeira, suporte técnico, logística, o entendimento nosso que a política territorial deve ser vista como alavancadora das ações conjunto entre os governos e a sociedade civil organizada, por outro lado temos a chamada de ATER, o galpão para armazenamento de arroz, a autorização do Campus do IFES, as feiras da Agricultura Familiar, as agroindústrias de mandioca e de carvão vegetal que ainda temos esperança que prefeitura de Pacatuba e a PRONESE as licitem, das ações voltadas à reforma agrária na região implementadas pelo INCRA, o que nós estamos fazendo em prol da crise da rizicultura, e mesmo sendo isoladas as ações do governo do estado, tem colaborado com o desenvolvimento territorial, mesmo que sem discussões nessa instancia, a exemplo a delegacia regional da mulher, os hospitais regionais, a farmácia popular, as escolas agropecuárias, tudo isso passou por esse colegiado, portanto são frutos das nossas discussões, argumentou Petrônio.
Continuando o Superintendente substituto do INCRA trouxe para a plenária as ações que serão desenvolvidas no Território, das dificuldades enfrentadas pelo Instituto, e do processo para desapropriação e demarcação de comunidades Quilombolas, mas que o INCRA disponibilizará 5 milhões para investimentos no Baixo. Frisou Weslei Teixeira.
Por fim a Plenária iniciamos a discussão sobre a aplicação do PROINF 2012. O Assessor expos o manual do Manual Operacional do PROINF 2012. O sindicalista e rizicultor colocou a importância da aquisição de uma colheitadeira, pois as vezes os rizicultores é obrigado a vender sua safra a empresários senão ele não faz a colheita, Alberto Guimarães disse que seria interessante a construção de um Viveiros ou bancos de sementes para a produção de hortaliças, pois o que consumimos vem de outra região, e as vezes de outro estado. Sem aparecer outra proposta foi aprovada a aquisição da maquina colheitadeira.
Estiveram presente a Plenária representantes de: Comunidades Quilombolas, Pescadores, MST, FETASE, MMC, Assentados da RA, Rizicultores, Associações, Sindicatos Rurais, EMDAGRO, INCRA, SEDURB, Secretários Municipal de Agricultura e Educação, Acampados, CMSD, COOPEILHA, CARITAS, FAHMA entre outros.
Por Petrônio da Silva